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Bem-vindo

Bem-vindo ao nosso site do ATTO, o Observatório da Torre Alta da Amazônia – um projeto de pesquisa da Amazônia.

Esse local de pesquisa se encontra no meio da floresta amazônica no norte do Brasil, cerca de 150 quilômetros ao norte de Manaus. Ele é gerido em conjunto por cientistas da Alemanha e do Brasil. O objetivo é registrar continuamente dados meteorológicos, químicos e biológicos, como a concentração de gases de efeito estufa. Com a ajuda desses dados, esperamos obter novas perspectivas sobre como a Amazônia interage com a atmosfera acima e o solo abaixo. Como a região é de supra importância para o clima mundial, entender melhor esses processos complexos é essencial. Só então seremos capazes de fazer previsões climáticas mais precisas.

Dê uma olhada no nosso site para saber mais sobre a pesquisa realizada no ATTO e nos laboratórios e escritórios ao redor do mundo. Por favor, repare que nosso site ainda está em construção e mais conteúdo será adicionado. Não se esqueça de conferir em breve! Você também pode nos seguir nas redes sociais para obter mais informações sobre o dia-a-dia dos cientistas do ATTO e se manter atualizado sobre as últimas notícias e eventos.

Notícia mais recente

The PhD projects are part of the International Max Planck Research School for Global Biogeochemical Cycles (IMPRS-gBGC) at the Max-Planck-Institute for Biogeochemistry in Jena, Germany. The focus on plant traits in tropical trees (project 1) and organic markers and seasonal metabolims (project 2). Apply by September 6.

Blog mais recente

Hi all! My name is Marco Aurélio Franco, but you can call me Marco =)! I’m Ph.D. student of Physics at the University of São Paulo (USP), in São Paulo, Brazil, under the supervision of Prof. Paulo Artaxo. Since October 2019, I’m doing part of my Ph.D. project at the …

Notícias

When forests burn those fires produce a lot of smoke. And that smoke usually contains soot, also called “black carbon”. Black carbon particles are aerosols that absorb radiation and as such can warm the Earth’s atmosphere and climate. But we still have much to learn about aerosols, their properties, and distribution in the atmosphere. One of those things is the question of how black carbon emitted from biomass burning in Africa (i.e. forests, grasslands, savannas etc.) is transported across the Atlantic and into the Amazon basin, and what role it plays there. Bruna Holanda and her co-authors tackled this in their new study published in ACP.
A EGU presencial 2020 substituído por Sharing Geosciences Online A
O Boletim de abril de 2020 chegou! Você pode encontra-lo aqui mesmo ou no arquivo dos boletins na seção de Mídia. O boletim de abril inclui alguns anúncios importantes, incluindo um sobre os planos para o workshop do ATTO deste ano!
Os pesquisadores não irão ao ATTO para coletar amostras nem fazer medições até segunda ordem. Por enquanto, uma pequena equipe principal continuará cuidando de nossas medições a longo prazo.
Você deve ter notado que a página principal do nosso site ganhou um novo visual recentemente. Isto porque além das notícias do projeto, agora também temos um blog! Ele se chama "Vozes da Amazônia", e aqui você vai ouvir diretamente da nossa equipe ATTO. Você pode encontrá-lo logo abaixo da seção de "notícias" na página principal.
As emissões de esporos de fungos são um fator importante que contribui para os aerossóis biogênicos, mas ainda precisamos entender em que condições os fungos liberam seus esporos. Nina Löbs e coautores desenvolveram uma nova técnica para medir emissões de organismos isolados e fizeram testes no ATTO e experimentos controlados em laboratório. Os autores publicaram os resultados na revista "Atmospheric Measurement Techniques" do Open Access.

Blog: vozes da Amazônia

O blog está apenas em inglês.

Hi, my name is Akima! I studied meteorology at the University of Frankfurt. But back then I realized that I would love to work in the field instead of only sitting at my desk. When I was looking for options after graduation, there was an opportunity to participate in the ATTO project. I thought this was a fantastic chance to combine my background with exciting fieldwork and so I became PhD student at MPI-C in Mainz.
I’m Eliane Gomes-Alves. I have been working at ATTO since 2015 with measurements of plant emissions of Volatile Organic Compounds (VOC). To sample VOC emissions, we use equipment that was originally developed to measure gas exchanges between the air and plant leaves. It is called IRGA – infrared gas analyzer.
The news reaching us from Brazil, and in particular from Manaus, these days are very grim. On behalf of the ATTO partners from Germany and elsewhere, I would like to express our concern and support for our colleagues in Brazil.
Hello everyone, my name is Pedro. I am a biologist and a lover of the world of plants. I first realized this during my undergrad. As an intern at the Institute of Botany of São Paulo, I participated in an ozone bio-monitoring project. Basically, it was all about exposing sensitive plants to this pollutant, ozone, in several locations around an oil refinery. After a few days of exposure, I looked at the leaves and checked if and to what degree they have injured due to the ozone.
My name is Olaf Kolle and I am the scientific head of the Central Service Group ‘Field Experiments and Instrumentation’ at the MPI-BGC in Jena. Currently, we are 13 people in this Service Group. I myself am a meteorologist. But our group members have a wide range of backgrounds, from scientists over gardeners to engineers. This means that we have accumulated a large amount of technical and scientific expertise to plan, set up and maintain field installations.
Hello everybody, my name is Hella van Asperen. I am a PostDoc at the Institute of Environmental Physics in Bremen (Germany), in the group of Prof. Notholt, but currently live and work in Manaus. I started my studies at Wageningen University in the Netherlands with the Bachelor program ‘Soil, Water, Atmosphere’. That I followed with a Masters in ‘Soil Science’ and ‘Earth System Science’.